sábado, 25 de dezembro de 2010

Natal...

Inspirada no Grinch (do filme How the Grinch stole Christmas) , resolvi pesquisar sobre o Natal, e eis que encontrei algumas curiosidades. Então lá vai:

- No início o Natal era uma festividade sem data fixa, celebrada em diversas datas em cada parte do mundo. Pois não se sabia ao certo qual era a data de nascimento de Cristo;

Porém...

- O Natal já era celebrado antes do nascimento de Jesus Cristo, acredita-se que a história do Natal tenha início com os europeus, quando celebravam a chegada da luz e dos dias mais longos ao fim do inverno.Tratava-se de uma comemoração pagã do “Retorno do Sol”.




- No século 4 a.C. o Papa Julius I escolheu o dia 25 de dezembro como data fixa para a celebração das festividades, na intenção de substituir os rituais pagãos do Solstício de Inverno por uma festa cristã.

- No final de dezembro muitos do animais criados nas fazendas eram mortos para poupar gastos com alimentação durante o inverno. Para muitas pessoas esta era a única época do ano em que poderiam dispor de carne fresca para sua alimentação.

-De onde vem o Papai Noel?

Segundo estudiosos, a figura do bom velhinho foi inspirada num bispo chamado Nicolau, que nasceu na Turquia em 280 d.C. O bispo, homem de bom coração, costumava ajudar as pessoas pobres, deixando saquinhos com moedas próximas às chaminés das casas. Foi transformado em santo (São Nicolau) pela Igreja Católica, após várias pessoas relatarem milagres atribuídos a ele.

- Acredita-se que a origem da árvore de Natal é mais antiga que o próprio nascimento de Jesus Cristo, ficando entre o segundo e o terceiro milênio a.C.. Naquela época, uma grande variedade de povos indo-europeus que estavam se expandindo pela Europa e Ásia e esses consideravam as árvores como uma expressão da energia de fertilidade da Mãe Natureza, por isso lhes rendiam culto. O carvalho foi, em muitos casos, considerado a rainha das árvores. No inverno, quando suas folhas caíam, os povos antigos costumavam colocar diferentes enfeites nele para atrair o espírito da natureza, que se pensava que havia fugido.

Daí vem nosso costume de enfeitar as árvores de Natal. Substituidas pelas lâmpadas (por que?Aquecimento Global?Praticidade?Economia?ou Incendios?), as velas eram enfeites comuns nas árvores e simbolizam a purificação,quando acesa sua chama representa Cristo; as ferraduras são um clássico amuleto que atrai a boa sorte; as pinhas utilizam-se como um símbolo da imortalidade e os sininhos como mostra do júbilo natalino. As maçãs e as bolas de cores, são signos que atraem de abundância; as estrelas anunciam os desígnios de Deus.

- Os sinos são símbolos de júbilo e alegria pelas festas de Natal. Com elas se enfeita não só a árvore de Natal, mas também as portas das casas, etc. Várias canções de Natal falam dos sinos como manifestação desta alegria natalina.

- A missa do galo é a missa de Natal, celebrada à meia noite do dia 24 para o 25, surgiu no século V. Segundo uma tradição popular, foi o galo que anunciou ao mundo o nascimento de Jesus. O costume de anunciar o nascimento dentro das igrejas com o canto do galo, real ou imitado, durou muitos séculos.



Espero que essas informações tenham alguma utilidade, afinal, como o Natal é época de dar presentes, ofereço-lhes o conhecimento (mesmo que este não faça muita diferença).
















sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

A Pedra - Autor desconhecido

A Pedra

O distraído nela tropeçou...
O bruto a usou como projétil.
O empreendedor, usando-a, construiu.
O camponês, cansado da lida, dela fez assento.
Para meninos, foi brinquedo.

Drummond a poetizou.
Já, Davi, matou Golias, e Michelangelo extraiu-lhe a mais bela escultura...
E em todos esses casos, a diferença não esteve na pedra, mas no homem!







Não existe "pedra" no seu caminho que você não possa aproveitá-la para o seu próprio crescimento.






Independente do tamanho das pedras, no decorrer de sua vida. não existirá uma, que você não possa aproveitá-la para seu crescimento espiritual. Quando a sua pedra atual, tenho certeza que Deus irá te dar sabedoria, para mais tarde você olhar para ela, e ter orgulho da maravilhosa experiência que causou em sua vida, no seu crescimento espiritual.

Abençoado dia pra você !!!

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OBS.:Em homenagem a Mara o nome pedra pode ser trocado por "fragmento de rocha" kkkkkkkkk

sexta-feira, 26 de novembro de 2010

SEJA UM IDIOTA



"A idiotice é vital para a felicidade.



Gente chata essa que quer ser séria, profunda e visceral sempre. Putz! A vida já é um caos, por que fazermos dela, ainda por cima, um tratado? Deixe a seriedade para as horas em que ela é inevitável: mortes, separações, dores e afins.

No dia-a-dia, pelo amor de Deus, seja idiota! Ria dos próprios defeitos. E de quem acha defeitos em você. Ignore o que o boçal do seu chefe disse. Pense assim: quem tem que carregar aquela cara feia, todos os dias, inseparavelmente, é ele. Pobre dele.

Milhares de casamentos acabaram-se não pela falta de amor, dinheiro, sexo, sincronia, mas pela ausência de idiotice. Trate seu amor como seu melhor amigo, e pronto.



Quem disse que é bom dividirmos a vida com alguém que tem conselho pra tudo,soluções sensatas, mas não consegue rir quando tropeça?

hahahahahahahahaha!...

Alguém que sabe resolver uma crise familiar, mas não tem a menor idéia de como preencher as horas livres de um fim de semana? Quanto tempo faz que você não vai ao cinema?

É bem comum gente que fica perdida quando se acabam os problemas. E daí,o que elas farão se já não têm por que se desesperar?

Desaprenderam a brincar. Eu não quero alguém assim comigo. Você quer? Espero que não.

Tudo que é mais difícil é mais gostoso, mas... a realidade já é dura; piora se for densa.

Dura, densa, e bem ruim.

Brincar é legal. Entendeu?

Esqueça o que te falaram sobre ser adulto, tudo aquilo de não brincar com comida, não falar besteira, não ser imaturo, não chorar, não andar descalço,não tomar chuva.

Pule corda!

Adultos podem (e devem) contar piadas, passear no parque, rir alto e lamber a tampa do iogurte.

Ser adulto não é perder os prazeres da vida - e esse é o único "não" realmente aceitável.

Teste a teoria. Uma semaninha, para começar.

Veja e sinta as coisas como se elas fossem o que realmente são:
passageiras. Acorde de manhã e decida entre duas coisas: ficar de mau humor e transmitir isso adiante ou sorrir...

Bom mesmo é ter problema na cabeça, sorriso na boca e paz no coração!

Aliás, entregue os problemas nas mãos de Deus e que tal um cafezinho gostoso agora?



A vida é uma peça de teatro que não permite ensaios. Por isso cante, chore, dance e viva intensamente antes que a cortina se feche!" E ela termine sem aplausos..."


Um texto de Arnaldo Jabour

segunda-feira, 13 de setembro de 2010

O tempo passa, as coisas ficam




As nossas lembranças encontram-se impregnadas nas coisas, os eventos que vivenciamos se tornam coisificados, não se trata de objetos jogados ao acaso, mas sim dotados de sentido. Sabe aquela sensação de que algo tem o “gosto” e o “cheiro” de nossa infância, pode ser um alimento, um brinquedo, uma música, dentre outros? Remetemos a saudade de um tempo que se passou, pensamos “mas eu era tão feliz e não sabia”, e de fato, estávamos a grosso modo livre do stress que nos atormenta hoje, não víamos o egoísmo de um Mundo tão competitivo, se resumindo na conquista individual e a dimensão desta, não nos preocupávamos com os impostos, pois eram os nossos pais quem os pagavam, não se tinha a dimensão de um terço dos problemas que se tem hoje, o nosso universo era do tamanho de nossa imaginação.
Esse tempo que está lá atrás nos faz pensar nas pessoas que eram importantes para nós e que ainda os são, entretanto já não fazem parte do nosso dia-a-dia, olhamos então para o presente e pensamos no quanto crescemos e evoluímos e as coisas nos trazem fragmentos de lembranças impregnadas em momentos de saudade.
Gerações se passam e deixam neste mundo parte do que somos, fragmentos de Carbono, é bem verdade aquele ditado “quando a gente morre não leva nada”, o completo afirmando que se
deixa,biologicamente, somos solidários a outros organismos, Machado de Assis já trazia em seu livro “Memórias Póstumas de Braz Cubas” a dedicatória ao “verme que primeiro roeu as frias carnes do meu cadáver dedico como saudosa lembrança estas Memórias Póstumas”, o fato é que conforme o corpo se decompõe, os tecidos soltam uma substância esverdeada que desperta o apetite das moscas, o corpo humano proporciona alimento e é um ótimo lugar para depositarem seus ovos. Uma mosca pode se nutrir bem com um cadáver e em seguida liberar até 300 ovos sobre ele, gerando cria em um dia.



A vida e a morte andam juntas, o difícil é conviver e se conformar com as questões psicológicas e emocionais que emanam diante desta ultima, é algo que perpassa por toda uma complexidade.
Involuntariamente deixa-se um lugar no mundo para outra pessoa ocupar, é o ciclo natural das coisas, a única certeza tão relembrada nos poemas, como já citava Augusto dos Anjos em “ Já o verme – este operário das ruínas/ que o sangue podre das carnificinas/ come, e á vida em geral declara guerra” no poema “Psicologia de um Vencido” e em “Nos restou conviver/ Aceitar, somos simplesmente mortais, com medos reais/Espero contar com a minha sorte/ Vou pedir pra Deus!/Com a certeza da incerteza do amanhã”, na música “Inevitável” de Luciano e J.M. Trevisan.


Agora imaginem: no mundo há cerca de 6,83 bilhões de pessoas, se ninguém tivesse morrido, teria hoje aproximadamente 106 bilhões!!!! O que de fato é intrigante é que tudo que vai deixa um pouco, deixa alguma coisa para nos fazer companhia, nos acostumamos com a ausência , mas não esquecemos, impregnamos as lembranças em coisas e o fim é como na letra da música “Quanto tempo, eu já nem sei mais o que é meu/ Nem quando, nem onde/Tudo que vai/Deixa o gosto, deixa as fotos/Quanto tempo faz/Deixa os dedos, deixa a memória/ Eu nem me lembro mais/Fica o gosto, ficam as fotos/Quanto tempo faz/Ficam os dedos, fica a memória/ Eu nem me lembro mais” ( “Tudo que vai - Dado Villa-Lobos, Alvin L., Tony Platão )





Por Nilmara Saturnino




sexta-feira, 27 de agosto de 2010

Não Acredito - Os Seminovos



Depois de tanta "enganação" ....

sábado, 14 de agosto de 2010

Coisas do mundo adulto

Percebi que ultimamente o blog (ou as autoras) andam tão melosas... kkkkkkk

Aproveitamos para nos desculpar pela falta de postagens, felizmente estamos numa fase de futuras formandas então estudar está nos consumindo mais que o normal.Continua a promessa que um dia o blog fica mais movimentadinho, hehehehe.
Está aí um texto de Arnaldo Jabour que recebi por e-mail.



Ser adulto(Arnaldo Jabor)

Sempre acho que namoro, casamento, romance tem começo, meio e fim. Como tudo na vida. Detesto quando escuto aquela conversa:
- Ah, terminei o namoro…
- Nossa, quanto tempo?
- Cinco anos… Mas não deu certo… Acabou
- É, não deu…?
Claro que deu! Deu certo durante cinco anos, só que acabou.
E o bom da vida, é que você pode ter vários amores.Não acredito em pessoas que se complementam. Acredito em pessoas que se somam.
Às vezes você não consegue nem dar cem por cento de você para você mesmo, como cobrar cem por cento do outro.E não temos esta coisa completa.Às vezes ele é fiel, mas não é bom de cama.Às vezes ele é carinhoso, mas não é fiel.Às vezes ele é atencioso, mas não é trabalhador.Às vezes ela é malhada, mas não é sensível.Tudo nós não temos.
Perceba qual o aspecto que é mais importante e invista nele.
Pele é um bicho traiçoeiro.Quando você tem pele com alguém, pode ser o papai com mamãe mais básico que é uma delícia.E as vezes você tem aquele sexo acrobata, mas que não te impressiona…
Acho que o beijo é importante…e se o beijo bate…se joga…se não bate…mais um Martini, por favor…e vá dar uma volta.
Se ele ou ela não te quer mais, não force a barra.O outro tem o direito de não te querer.Não lute, não ligue, não dê pití.
Se a pessoa tá com dúvida, problema dela, cabe a você esperar ou não.Existe gente que precisa da ausência para querer a presença.O ser humano não é absoluto. Ele titubeia, tem dúvidas e medos mas se a pessoa REALMENTE gostar, ela volta.Nada de drama.Que graça tem alguém do seu lado sob chantagem, gravidez, dinheiro, recessão de família?O legal é alguém que está com você por você.E vice versa.
Não fique com alguém por dó também.
Ou por medo da solidão.Nascemos sós. Morremos sós.
Nosso pensamento é nosso, não é compartilhado.E quando você acorda, a primeira impressão é sempre sua, seu olhar, seu pensamento.
Tem gente que pula de um romance para o outro.Que medo é este de se ver só, na sua própria companhia?
Gostar dói.
Você muitas vezes vai ter raiva, ciúmes, ódio, frustração.Faz parte.
Você namora um outro ser, um outro mundo e um outro universo.E nem sempre as coisas saem como você quer…A pior coisa é gente que tem medo de se envolver.Se alguém vier com este papo, corra, afinal, você não é terapeuta.
Se não quer se envolver, namore uma planta.
É mais previsível.Na vida e no amor, não temos garantias.
E nem todo sexo bom é para namorar.
Nem toda pessoa que te convida para sair é para casar.
Nem todo beijo é para romancear.
Nem todo sexo bom é para descartar. Ou se apaixonar. Ou se culpar.
Enfim… Quem disse que ser adulto é fácil?

sexta-feira, 16 de julho de 2010

O amor é cego, cientificamente comprovado

Em um dos meus momentos ociosos (não que eu estivesse sem ter o que fazer, mas não queria fazer mesmo) encontrei uma reportagem no site da revista Abril, mostrei a maníssima e ela disse que seria interessante postá-la aqui. Isso não tem nada a ver com os objetivos do blog, mas por outro lado achei enriquecedor postar esse fragmento para mostrar o quanto a ciência está "evoluindo" (como bióloga eu sei que não houve mudanças nas frequências alélicas da ciência rsrsrs).Dessa vez ela 'comprova' um velho ditado: " O amor é cego".Vejamos:

"O amor tem razões que a razão desconhece. Ao menos, costumava ser assim. Hoje, é diferente: estudos da neurociência têm lançado luz sobre o funcionamento dos mecanismos amorosos. Antes tratadas como existenciais, dúvidas como "o que mantém as pessoas juntas?" ou "por que o amor acaba?" são objeto de pesquisa séria. Já se sabe que os princípios que ativam a paixão usam imagens do cérebro humano. Testes foram aplicados por cientistas em dois grupos diferentes de mulheres: as que se autointitulavam apaixonadas e as já casadas ou estabelecidas, para quem a relação é algo mais "pacificado". Ambas tinham de dar notas de zero a dez para o que sentiam. No primeiro caso, a média geral foi de 8,6 e, no segundo, a nota ficou em torno de 6,7. Em seguida, os dois grupos responderam a questionários com perguntas do tipo: "quanto tempo do dia penso no meu amado?" Os pesquisadores cruzaram as respostas com as notas dadas na "escala da paixão". Essas mesmas mulheres foram submetidas a exames de imagens por meio de ressonância magnética funcional, captadas no momento em que o cérebro era estimulado. As imagens foram captadas quando as que se diziam apaixonadas estavam em repouso e em seguida eram expostas a fotos do amado. Nesses momentos, o sistema cerebral de recompensa (o mesmo de quando nos alimentamos ou quando uma mãe abraça o filho) era fortemente ativado.
"Em contato com a pessoa amada, as mulheres que se diziam apaixonadas ativam a área do cérebro que tem a ver com o prazer e o bem-estar", explica o neurologista do comportamento André Palmini, professor da Pontifícia Universidade Católica (PUC) do estado do Rio Grande do Sul. No caso de mulheres com relacionamentos estáveis, no entanto, isso não acontece. Os cientistas perceberam ainda que, ao mesmo tempo em que esse processo ocorria, outras áreas do cérebro não se ativavam mesmo quando as apaixonadas eram expostas às imagens do amado. Uma é a parte responsável pelo julgamento. No caso das mulheres com relacionamentos estáveis, essa área era ativada. Para traduzir, com a palavra o especialista Palmini: "O resultado mostrou que o juízo crítico se reduz diante da pessoa amada", afirma ele. "Trata-se de uma inferência ao dito popular milenar que diz que o amor é cego", afirma Palmini, mostrando como a ciência às vezes pode confirmar clichês.
Mas nem tudo é consenso nessa área. O professor do Instituto de Psicologia da Universidade de São Paulo (USP) Aílton Amélio da Silva, autor do livro "Relacionamento Amoroso: Como Encontrar Sua Metade Ideal e Cuidar Dela", vê com reservas essas descobertas. "Essas áreas do cérebro que dizem ser ativadas quando as pessoas estão apaixonadas são as mesmas que se ativam quando uma pessoa pula de paraquedas, por exemplo", diz ele. "O mecanismo de prazer é o mesmo. Por isso, acho que o que se sabe em relação a explicações sobre a paixão ainda é rudimentar", pondera. "

Da Redação, com Agência Estado
fonte: http://www.abril.com.br/
Clique e veja a matéria na íntegra

Quando eu falo que a diferença entre estar bêbado e estar apaixonado é só o teor alcoólico e o tempo de duração do efeito...